segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
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Fantástico - REPELENTE CASEIRO CONTRA MOSQUITOS E INSETOS
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REPELENTE CASEIRO CONTRA MOSQUITOS E INSETOS...
(Repassando)
Basta uma gotinha nos braços e outra nas pernas.
Estou repassando, por entender tratar-se de uma
solução fácil para um problema que vem se arrastando e adoecendo tantas
pessoas.
Com tanta chuva, está sendo impossível
controlar poças d'água e criadouros, como sabem.
Estou fazendo um trabalho de formiguinha e está dando certo.
Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de
preparar em casa, de agradável aroma e econômico.
Em contato com pessoas, tenho notado que não se protegem, estão
reclamando que crianças estão cheias de picadas.
Tenho distribuído frascos como amostra, todos estão aderindo.
Já distribuí 500 frascos e continuo.
Mas, sou sozinha, trabalhando com recursos próprios, devido ao grande
número de casos de dengue, não consigo abranger.
Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente (
numa emergência ) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o
povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa
sabonete, pasta de dente.
Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína
do sangue humano para o aedes maturar seus ovos, atrapalhando assim, a
proliferação.
Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem
vinda ?
DENGUE I (Aedes Aegypti):
Componentes:
- 1/2 litro de álcool;
- 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);
- 1 vidro de óleo de bebê (100 ml).
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias, agitando duas vezes ao dia
(manhã e tarde);
Depois coloque o óleo corporal (pode tb ser de amêndoas, camomila,
erva-doce, aloé vera).
Passe só uma gota nos braços e outra nas pernas e o mosquito foge do
cômodo.
O cravo espanta formigas da cozinha e até dos equipamentos eletrônicos,
espanta também as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o nosso sangue, assim, ele não
consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a
proliferação.
REPELENTE CASEIRO CONTRA MOSQUITOS E INSETOS...
(Repassando)
Basta uma gotinha nos braços e outra nas pernas.
Estou repassando, por entender tratar-se de uma
solução fácil para um problema que vem se arrastando e adoecendo tantas
pessoas.
Com tanta chuva, está sendo impossível
controlar poças d'água e criadouros, como sabem.
Estou fazendo um trabalho de formiguinha e está dando certo.
Este repelente caseiro, ingredientes de grande disponibilidade, fácil de
preparar em casa, de agradável aroma e econômico.
Em contato com pessoas, tenho notado que não se protegem, estão
reclamando que crianças estão cheias de picadas.
Tenho distribuído frascos como amostra, todos estão aderindo.
Já distribuí 500 frascos e continuo.
Mas, sou sozinha, trabalhando com recursos próprios, devido ao grande
número de casos de dengue, não consigo abranger.
Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente (
numa emergência ) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o
povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa
sabonete, pasta de dente.
Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína
do sangue humano para o aedes maturar seus ovos, atrapalhando assim, a
proliferação.
Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem
vinda ?
DENGUE I (Aedes Aegypti):
Componentes:
- 1/2 litro de álcool;
- 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);
- 1 vidro de óleo de bebê (100 ml).
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias, agitando duas vezes ao dia
(manhã e tarde);
Depois coloque o óleo corporal (pode tb ser de amêndoas, camomila,
erva-doce, aloé vera).
Passe só uma gota nos braços e outra nas pernas e o mosquito foge do
cômodo.
O cravo espanta formigas da cozinha e até dos equipamentos eletrônicos,
espanta também as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o nosso sangue, assim, ele não
consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a
proliferação.sábado, 14 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O QUE É A COMPOSTAGEM?

Lavoisier
A compostagem é um processo que transforma a matéria orgânica do lixo em adubo. Todo o processo acontece em etapas, nas quais a temperatura, a humidade, fungos, aranhas, minhocas, bactérias, besouros e formigas, decompõem as fibras vegetais e animais. As substâncias orgânicas transformam-se em substâncias mais simples e, depois, em substâncias minerais que podem ser utilizadas pelas plantas.

OBJECTIVO
Para além de proteger o ambiente por produzir menos lixo orgânico, fazer compostagem ainda permite obter um produto de grande valor – o composto – que se pode colocar em vasos e canteiros pois é um óptimo fertilizante natural.

UMA FORMA DE EVITAR A POLUIÇÃO
A
compostagem doméstica permite ao cidadão proceder à valorização dos
seus resíduos orgânicos, em casa ou no quintal. A compostagem promove a
decomposição de resíduos domésticos orgânicos por acção de
microrganismos, evitando custos ambientais (poluição) e económicos
(transporte e deposição desses resíduos num aterro).
Quem pratica a compostagem tem muito menos lixo para despejar no contentor.
CURIOSIDADE:
A
minha família (4 pessoas), fazendo uma alimentação tradicional, produz
uma média de 700 a 800 kg de resíduos orgânicos provenientes da
alimentação, por ano. A esta quantidade acrescentam-se os resíduos
resultantes da limpeza do jardim (ramos, folhas secas, ervas daninhas,
etc...). Já imaginaram a quantidade de vezes que evitamos ir "despejar o
lixo"?. Com tudo isto ainda obtemos o composto que utilizamos em vasos e
canteiros. Não usamos fertilizantes nem adubos, e as plantas estão
sempre bem verdinhas.
COMO FAZER
A
forma ideal de fazer compostagem doméstica é utilizando um pequeno
espaço no quintal, mas quem vive em apartamentos também a pode fazer. Já
há em Portugal algumas Câmaras Municipais que disponibilizam
equipamentos (compostores) e até que os colocam nas ruas para que as
pessoas aí possam depositar os restos vegetais que se produzem na
confecção das suas refeições.

O QUE COMPOSTAR
Muitas pessoas não sabem que o lixo orgânico também pode – e deve – ser transformado. Ao apodrecerem dentro de sacos plásticos, cascas, talos, restos de frutas e verduras, geram gás metano (CH4), 21 vezes mais prejudicial para a camada de ozono do que o dióxido de carbono (CO2). Se for correctamente compostado, todo esse material pode ser transformado num bom adubo natural para jardins e floreiras.
COMO SE FAZ A COMPOSTAGEM
Em casas com quintal:
Num
canto do seu quintal, faça um buraco quadrado com as dimensões entre 1 a
1,5 metro de lado e com 30 a 50 centrímetros de profundidade. Após
isso, cerque o espaço com uma cerca de madeira ou de outro material. A
terra retirada do buraco será usada para adicionar mais tarde, em
camadas, ao composto.
Coloque nesse espaço os restos de legumes e verduras, cascas de frutas, borras de café, cascas de ovos, ervas arrancadas do jardim, restos da poda das árvores, relva, etc…
Não colocar alimentos cozinhados nem dejectos de animais pois atraem roedores e provocam mau cheiro.
Por cada camada de detritos que colocar, espalhe por cima alguma da terra que retirou. Isto ajuda a acelerar o processo de compostagem.
Os seres vivos que participarão na transformação dos materiais depositados, serão naturalmente atraídos para esse espaço pela presença de alimento.
Periodicamente, revire o composto para o arejar.
Nota:O espaço da compostagem pode ser um simples contentor de lixo (ver imagem) ao qual se tenha cortado o fundo e enterrado cerca de 20 cm num canto do seu quintal. Se optar por esta forma, deve adicionar água com alguma frequência para que o composto não seque.

Em apartamentos ou casas sem quintal:
O primeiro passo é arranjar um recipiente de plástico ou de outro material em que o fundo tenha alguns furos de modo a permitir a entrada de oxigénio e para não deixar acumular líquidos no nosso composto. Se verificar demasiada acumulação de líquidos, devemos corrigir isso com terra seca. O segundo passo é, justamente, cobrir o fundo do recipiente com a terra seca. Essa terra permite absorver a humidade produzida pela matéria orgânica, o que nos leva ao terceiro passo: formar uma camada por cima da terra, composta por cascas de alimentos, folhas, caules ou restos de legumes, cortando-os em bocados para que demorem menos tempo a decompor. Não se devem colocar alimentos cozidos nem de origem animal, pois isso dificulta a decomposição e provoca cheiros que atraem animais, por exemplo, as moscas. Por cima desta camada devemos colocar algum estrume como fonte de microrganismos. Depois fazemos uma nova camada de terra. Por último, espalha-se um pouco de borra de café com o objectivo de evitar o mau cheiro e de afastar os insectos. Se possível, adicione alguma minhocas.
E pronto, agora só resta fechar a caixa e a cada três dias, remexer o composto. Ao final de mais ou menos dois meses, obtemos uma terra óptima, completamente adubada e repleta de nutrientes.
Como saber se o composto está pronto
O tempo de decomposição/maturação, depende da te
Factores que interferem na compostagem
a) Seres Vivos: A conversão da matéria orgânica bruta ao estado de matéria humidificada é um processo realizado por bactérias, fungos, minhoscas, etc…
b) Humidade: A presença de água é fundamental para o bom desenvolvimento do processo. No entanto, a escassez ou o excesso de água pode desacelerar a compostagem.
c) Arejamento: A compostagem feita num ambiente aeróbio (presença de oxigénio), além de mais rápida, não produz odores nem atrai moscas ou formigas.
d) Temperatura: O processo da compostagem liberta calor. O metabolismo exotérmico dos microrganismos, durante a fermentação aeróbia, produz um rápido aquecimento da massa.
e) Relação Carbono / Azoto (C/N): Os microrganismos absorvem os elementos carbono e azoto numa proporção ideal. O carbono é a fonte de energia para que o azoto seja assimilado na estrutura.
f) Preparação prévia da matéria-prima: O tamanho das folhas, cascas e outros é muito importante uma vez que interfere directamente no arejamento da massa original. Partículas maiores promovem melhor arejamento, mas o tamanho excessivo é menos adequado à decomposição e o processo será mais lento.
g) Dimensões e formas dos recipientes: Quanto ao comprimento, este pode variar em função da quantidade de materiais, do tamanho do quintal e do método de arejamento. Já a altura do recipiente depende da largura da base. Recipientes muito altos submetem as camadas inferiores aos efeitos da compactação. Por outro lado, se forem muito baixos, perdem calor mais facilmente ou nem aquecem o suficiente para destruir os organismos patogénicos.
EQUIPAMENTOSEmbora existam vários tipos de compostores à venda, um canto do jardim, sem nenhum equipamento, pode servir muito bem e exercer perfeitamente a sua função.
Publicada por
Carolina
Projectos inovadores
“Horta à Porta - hortas biológicas da região do Porto, é um projecto que
visa promover a qualidade de vida da população, através de boas
práticas agrícolas. Apesar de já existirem na região do Grande Porto
alguns projectos de compostagem caseira, hortas pedagógicas e
agricultura biológica, é ainda muito limitada a sua divulgação e acesso à
população. A criação de uma rede desta natureza reveste-se de enorme
importância, pelo que a Lipor, na tentativa de optimizar os espaços, a
informação e os meios existentes na Região, lançou o Projecto Horta à
Porta. Esta iniciativa passa não só pela criação de espaços verdes
dinâmicos mas também pela promoção do contacto com a Natureza e de
hábitos saudáveis sem esquecer a redução de resíduos.”
Fonte: http://www.hortadaformiga.com/conteudo.cfm?id=182
Fonte: http://www.hortadaformiga.com/conteudo.cfm?id=182
Sábado, 15 de Maio de 2010
Compostagem nas escolas
É sem dúvida um grande incentivo quando, também nas escolas, as crianças
são educadas desde pequenas para a consciencialização ambiental,
ensinadas a proteger a Natureza e, neste caso, a usufruir do que ela
oferece. Claro que estou a falar da compostagem, que é um exemplo
perfeito da utilização de matéria orgânica para a produção de terra
repleta de nutrientes. No ano passado, foi o que aconteceu numa escola
primária. Os alunos construíram um compostor e encheram-no de terra e de
lixo orgânico. Passados doze meses, abriram o compostor e
aperceberam-se que, o que era antes lixo orgânico, era agora terra
adubada. Os alunos aproveitaram essa nova terra para nutrir as plantas
que criaram durante algum tempo na sua horta biológica. 

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